sexta-feira, 8 de abril de 2011

Sir Ken Robinson -- Mudando Paradigmas Educacionais

O vídeo abaixo é uma síntese de uma palestra de Sir Ken Robinson (60), educador inglês e forte crítico de uma série de políticas e práticas educacionais. Para quem gostar sugiro o livro O elemento-chave, publicado no Brasil pela Editora Ediouro.

Learning to Change/Changing to Learn



Essa é a versão legendada em português de um interessante vídeo de 5' chamado Learning to Change/Changing to Learn (aprendendo a mudar, mudando para aprender). O vídeo foi produzido pela Fundação Pearson em parceria com o Consórcio para a Escola de Redes (CoSN) no intuito de estimular a discussão sobre os desafios e oportunidades da integração da tecnologia na prática de ensino em todo o mundo.


As opiniões destacadas chamam a atenção para a necessidade de todas as entidades ligadas à educação atentem para o desenvolvimento de práticas de ensino contemporâneas que incorporem a tecnologia para individualizar e maximizar o aprendizado dos educandos. A incorporação de tecnologias digitais e a necessidade de rever os processos de formação, numa realidade de alunos conectados, on-line, são desafios que a escola deverá enfrentar para se tornar contemporânea do século XXI.


O vídeo foi realizado em Cingapura durante a Pearson International 2008 Conference on Science & Mathematics traz interessantes pensadores e educadores. Vale a pena conferir.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O que não fazer em 2011

"Não me diga que você está fazendo, amigo. Diga o que você deixou de fazer." Peter Drucker

É bem provável que como a maioria das pessoas das pessoas que celebram a passagem de ano, você esteja fazendo (ou até já concluido)uma lista de resoluções para 2011. Essas são as suas prioridades. Itens como se alimentar de forma mais saudável, praticar atividades físicas com mais regularidade, se dedicar a estudar com afinco algo específico, ou até ler/ouvir os clássicos. Recentemente li uma reflexão sobre um tipo inusitado de lista: As coisas que você deixaria de fazer.

Refletindo sobre as empresas, Peter Drucker acreditava que "abandono planejado" é uma das tarefas mais importantes para qualquer empresa que deseja se manter no mercado uma vez que os clientes exigem cada vez mais das empresas produtos com melhor qualidade, menor preço, menor pegada ecológica, rapidez na manutenção e/ou substituição, etc. Dessa forma praticar o "abandono planejado" é descartar programas que já não estão dando muito certo hoje. É uma das maneiras de abrir espaço para as inovações de amanhã.

Com o tempo, Drucker também se convenceu de que esta mesma prática deveria se estender para o indivíduo. Essa é a única maneira de podermos garantir que ele mantém o foco correto e protege o que para muitos de nós é o recurso mais precioso de todos: o nosso tempo.

"O trabalho é. . . não estabelecer prioridades", Drucker escreveu em "O executivo eficaz", seu clássico de 1967. "Isso é fácil. Todos podem fazê-lo. A razão por que tão poucos executivos serem concentrados é a dificuldade de definir as "posterioridades", isto é, decidir quais tarefas não serão resolvidas, assumir o risco e respeitar a decisão. "

Em 2004 uma entrevista com a Forbes, Drucker afirma que os líderes, em particular, têm de fazer a configuração de "posterioridades" uma prioridade. "As armadilhas mais perigosas para um líder são os quase-sucessos que todo mundo diz que faltou muito pouco e se você apenas dar outro impulso mais forte, supera-se o obstáculo. Na opinião de Drucker o que acaba acontecendo é que "Tenta-se uma vez, tenta-se duas vezes, tenta-se uma terceira vez... Mas, então, depois de muita energia e esforços, observa-se que tal tarefa será muito difícil de fazer...".

Como sobre você? O que você promete deixar de fazer em 2011?

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Ken Robinson: Mudando os paradigmas da Educação

Professor: A pessoa que professa ser um especialista em alguma arte ou ciência.
Fonte
Educador: O termo educação em si tem como origem duas palavras latinas - educare e educere -, a primeira se aplica mais ao sentido de conduzir o indivíduo de um ponto onde ele se encontra para outro que ele (ou se deseja que) ele aspire alcançar. Educere, por sua vez, se refere a promover o surgimento de dentro para fora das potencialidades que o individuo possui, é o deixar e promover o desenvolvimento ou o "crescer" (GRINSPUN)

Mais uma vez Sir Ken Robinson faz lúcidos e oportunos comentários sobre a necessidade de mudança urgente em um problema comum a maioria das nações insdustrializadas, em desenvolvimento cujas economias dependem mais da inovação. O problema comum é um modelo de educação inerte, falido e comprometedor do futuro e prosperidade dessas nações. Uma lição e um alerta para professores dos diferentes níveis que não atingem os pré-requisitos para serem considerados educadores.