Video interesssantíssimo para quem deseja compreender e ensinar melhor à geração Y, também referida como millennials ou Geração da Internet. Essa turma nasceu após 1980 até meados da década de 1990.
O mundo 2.0 está aí, ele ficou mais rápido, complexo e enigmático. Como ensinar melhor? Como descobrir anseios e atender as expectativas de uma geração tão diferente das demais?
O video abaixo conta algumas características da parcela desses jovens que frequentam hoje cursos de graduação e pós-graduação. Observe o que eles pensam das práticas atuais de nosso modelo educacional.
Abaixo uma entrevista de Bruce Tulgan, 42, publicada na Galileu. Bruce fundou uma consultoria e se dedica a estudar os jovens que estão entrando no mercado de trabalho. Seu último livro, Not Everyone Gets a Trophy: How to Manage Generation Y (Nem todo mundo ganha um troféu: como lidar com a geração Y, ainda sem edição brasileira), traça um perfil dessa nova geração.
* É lenda urbana ou de fato esses jovens não respeitam os superiores?
Tulgan: A geração Y respeita seus superiores, mas não cede de uma hora para outra. Ela não vê as relações em termos hierárquicos. O que eles querem dos chefes é oportunidade de aprendizado, responsabilidades e chances de melhorar o que fazem. Eles querem se afirmar e estão à vontade com os mais velhos - às vezes até um pouco à vontade demais.
* Isso é porque eles nasceram no que você chama de "década da criança"?
Tulgan: Talvez. Essa geração foi superprotegida, educada em uma época em que valorizar a auto-estima e fazer as crianças se sentirem bem era a linha dominante. O resultado foi a criação de uma mentalidade que é uma fonte inesgotável de energia, entusiasmo e inovação que, se não for bem conduzida, pode causar muitos problemas.
* E isso fez com que eles se tornassem mais individualistas?
Tulgan: Mesmo sendo altamente individualistas e focados nas próprias recompensas, têm uma profunda consciência social, preocupação com o meio ambiente e com os direitos humanos. A maioria tem valores morais muito fortes e tentam viver por eles.
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quinta-feira, 4 de março de 2010
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Prêmio As Empresas mais Inovadoras do Brasil
Fonte: Época NEGÓCIOS
Políticos, pesquisadores, cientistas, intelectuais e inovadores reuniram-se na noite desta terça-feira (07/07) na entrega do prêmio As Empresas mais Inovadoras do Brasil, da revista Época NEGÓCIOS. A vencedora dessa primeira edição foi a empresa Chemtech.
Políticos, pesquisadores, cientistas, intelectuais e inovadores reuniram-se na noite desta terça-feira (07/07) na entrega do prêmio As Empresas mais Inovadoras do Brasil, da revista Época NEGÓCIOS. A vencedora dessa primeira edição foi a empresa Chemtech.
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sábado, 27 de junho de 2009
Palestra de Sir Ken Robinson: As escolas matam a criatividade?
Excelente palestra que discute o modelo educacional vigente ministrada pelo Sir Ken Robinson. Como nossas escolas sabotam a capacidade de inovar dos jovens? Como esse modelo se mantém?
Deixo meu agradecimento ao Sr. Helio Alberto Silvério Fernandes que fez um excelente trabalho traduzindo esse e outros conteúdos do TEDTalks.
Deixo meu agradecimento ao Sr. Helio Alberto Silvério Fernandes que fez um excelente trabalho traduzindo esse e outros conteúdos do TEDTalks.
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sexta-feira, 26 de junho de 2009
Aproveitamento do Curauá na indústria de auto-peças
Fonte: Época Negócios
O curauá (Ananas erectifolius) é uma bromélia característica da amazônia paraense, em particular da região de Santarém. A fibra extraída de suas folhas é muito resistente, macia, leve e reciclável, permitindo composições para diversos usos na indústria. A matéria da revista Época Negócios mostra como o curauá, tornou-se uma das matérias-primas mais modernas da indústria de auto-peças e gerou emprego e renda no Pará.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Brasileiro é criativo? Talvez não
O consultor Paulo Benetti, da empresa Inteligência Natural, que integra a Associação Brasileira de Criatividade e Inovação, derruba o velho mito de que brasileiro é criativo por natureza. O que inibe a criatividade, segundo Benetti, é o fato de o país ser autocrático, ou seja, aqui tudo vem "de cima": do chefe, do líder, do presidente. Como as empresas são extremamente hierarquizadas e os funcionários trabalham sob normas quase inflexíveis, a inovação é praticamente impossível. O resultado é a acomodação. Então, fica a pergunta: como criar um ambiente aberto à inovação?
Veja algumas ideias de Benetti:
- Frequentemente ouvimos que o brasileiro, famoso por seu "jeitinho", é uma pessoa criativa. Por outro lado, quando promovo encontros em empresas, o que mais escuto das pessoas são queixas sobre o fato de que elas não se sentem pessoas criativas. O fato é que em praticamente todos os países pobres acredita-se que o povo "é criativo", mas essa afirmação não se comprova na prática. Basta ver o número de patentes registradas no Brasil todos os anos, comparativamente a países como Estados Unidos ou muitos outros asiáticos.
- A criatividade está em todos nós, mas precisa ser estimulada. É importante que as empresas percebam que a inovação, a criatividade dependem não apenas das pessoas, mas também de um ambiente que as estimule, de processos que as viabilizem e da sua materialização em um resultado, um produto, uma ação.
- Notamos que as empresas criativas, inovadoras, trazem isso em seu DNA. Elas não têm problema algum para inovar, sabem como fazê-lo. Sua maior dificuldade está somente em encontrar uma boa ideia.
- O tema da inovação afeta, diretamente, as áreas de recursos humanos, pois cabe a elas criar o ambiente ideal, que vai favorecer a criatividade. Isso passa pela revisão de modelos de gestão de pessoas e é algo que demanda tempo, perseverança e, acima de tudo, vontade de ser inovador.
Benetti é autor de um dos artigos do livro Da criatividade à inovação, que será lançado pela Editora Papirus, e participará do 35° Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas, em agosto.
Veja algumas ideias de Benetti:
- Frequentemente ouvimos que o brasileiro, famoso por seu "jeitinho", é uma pessoa criativa. Por outro lado, quando promovo encontros em empresas, o que mais escuto das pessoas são queixas sobre o fato de que elas não se sentem pessoas criativas. O fato é que em praticamente todos os países pobres acredita-se que o povo "é criativo", mas essa afirmação não se comprova na prática. Basta ver o número de patentes registradas no Brasil todos os anos, comparativamente a países como Estados Unidos ou muitos outros asiáticos.
- A criatividade está em todos nós, mas precisa ser estimulada. É importante que as empresas percebam que a inovação, a criatividade dependem não apenas das pessoas, mas também de um ambiente que as estimule, de processos que as viabilizem e da sua materialização em um resultado, um produto, uma ação.
- Notamos que as empresas criativas, inovadoras, trazem isso em seu DNA. Elas não têm problema algum para inovar, sabem como fazê-lo. Sua maior dificuldade está somente em encontrar uma boa ideia.
- O tema da inovação afeta, diretamente, as áreas de recursos humanos, pois cabe a elas criar o ambiente ideal, que vai favorecer a criatividade. Isso passa pela revisão de modelos de gestão de pessoas e é algo que demanda tempo, perseverança e, acima de tudo, vontade de ser inovador.
Benetti é autor de um dos artigos do livro Da criatividade à inovação, que será lançado pela Editora Papirus, e participará do 35° Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas, em agosto.
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sexta-feira, 24 de abril de 2009
Metodologia de avaliação de liderança do Great Place to Work
O Great Place to Work® é uma empresa de consultoria com sede nos Estados Unidos e escritórios afiliados em diversos países do mundo.
Desde 1980 eles ouvem funcionários de diversas empresas e avaliam os empregadores para entender quais os fatores que tornam um ambiente de trabalho excelente. Um dos fundamentos para isso é a confiança entre liderança e liderados.
Abaixo estão alguns critérios para que o leitor possa analisar se as dimensões e áreas avaliadas também estão presentes em sua empresa.
A primeira dimensão avaliada é o nível de confiança, que se divide em cinco áreas:
Credibilidade – A forma como o funcionário vê seu líder, se ele é aberto e disponível, competente e ético, etc.
Respeito – Como o profissional se sente tratado por seu líder, como um ser humano ou um simples recurso.
Imparcialidade – Como os colaboradores veem as regras do jogo, por exemplo: se entendem as diferenças salariais e as promoções.
Orgulho – Apresenta-se como orgulho do trabalho que cada um faz, da equipe e empresa.
Camaradagem – A relação entre os funcionários, independentemente de hierarquia, o sentimento de colaboração e solidariedade.
Verificadas as áreas que compõem o nível de confiança, vamos avaliar a segunda dimensão, que se refere às práticas de gestão e divide-se em nove áreas:
Contratar e receber – As melhores empresas se dedicam minuciosamente aos processos de seleção de seus novos profissionais. Procuram indivíduos que, além das qualidades técnicas necessárias, possuam valores compatíveis com os da companhia e tenham atitudes adequadas à cultura da organização.
Inspirar – A forma como disseminam nas pessoas o sentimento de que são especiais e trabalham para uma instituição especial e única.
Falar – Falar a verdade, comunicar-se sempre e com muita abertura e sinceridade.
Ouvir – O processo de estar sempre atento ao que os colaboradores têm a dizer, sejam críticas ou sugestões.
Agradecer – O reconhecimento, seja ele material ou simbólico.
Desenvolver – O cuidado em desenvolver as pessoas, tanto profissional quanto pessoalmente.
Cuidar – O cuidar de cada funcionário como um indivíduo que possui sentimentos, problemas, alegrias e personalidade própria.
Celebrar – As melhores celebram muito todo tipo de conquista ou evento: novos clientes, fim de projetos, aniversários e muito mais.
Compartilhar – A demonstração final de que o lucro deve ser compartilhado não somente entre acionistas, mas entre todos aqueles que ajudaram a criá-lo.
Essas são políticas que você pode colocar em prática em sua empresa, não com o objetivo de fazer sua companhia ser reconhecida publicamente, mas tendo como metas principais deixar ainda mais felizes as pessoas que trabalham com você, aumentar a satisfação e o orgulho de seus colaboradores por fazerem parte de sua organização e maximizar os resultados de seu negócio. Essa última, no entanto, é mera consequência das primeiras.
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terça-feira, 21 de abril de 2009
Chamada do Desafio Sebrae 2009
Foi lançado o Desafio Sebrae 2009. Monte sua equipe de 3 a 5 participantes e se inscreva até o dia 13 de maio. Maiores Informações em www.desafio.sebrae.com.br
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Equipes podem dificultar inovação
Fonte: Raquel Costa, HSM
Você acredita no consenso que duas ou mais pessoas pensam melhor do que uma? Eu também. Mas saiba que isto nem sempre é verdade.
Um estudo, apresentado na semana passada por duas pesquisadoras americanas, mostra que equipes tendem a discutir e compartilhar informações que já são do conhecimento de seus integrantes, o que as tornam superficiais e pouco inovadoras.
As pesquisadoras, Jessica R. Mesmer-Magnus, da Universidade Wilmington, da Carolina do Norte e Leslie A. DeChurch, da Universidade da Flórida Central, dos USA, analisaram dados coletados nos últimos 22 anos. Ao todo foram pesquisadas aproximadamente 4.800 equipes e 17.200 pessoas em diferentes empresas. O título do trabalho é Information Sharing and Team Performance: A Meta-Analysis e foi publicado no periódico Journal of Applied Psychology da American Psychological Association.
“Muitas vezes as equipes não são tão eficazes porque ficam presas no que já sabem e acabam repetindo a mesma coisa, ao invés de repensarem o estabelecido ou criarem algo que realmente possa ser mais valioso para a empresa”, disse a profª. Mesmer-Magnus.
As pessoas tendem a compartilhar as mesmas informações porque assim sentem-se mais capacitadas, inteligentes e no controle. E quando trabalham muito tempo juntas acabam adquirindo forte senso de identificação, e se deixam levar pelo conhecimento comum do grupo ao invés de buscarem novas possibilidades.
Segundo o estudo, as equipes que gastam mais tempo compartilhando novas informações têm melhores resultados em suas atividades, e os seus integrantes ficam mais engajados quando estimulados a apresentar soluções melhores do que as consensuais.
A professora Mesmer-Magnus alerta que as equipes que falam muito sobre si mesmas não estão necessariamente compartilhando informações úteis, e que dificilmente atingirão bons resultados. O mais importante é saber sobre o que estão conversando do que com qual freqüência, especialmente em tempos de crise, que quando inseguras as pessoas tendem a concordar com tudo apenas para manter seus empregos.
Penso que as novas mídias (wikis, blogs, sms, instant messengers, podcast, etc.) podem trazer grandes benefícios para empresas, principalmente em projetos que exigem colaboração. O fato é que ao compartilhar informações e opiniões online, as pessoas ficam menos presas às questões hierárquicas, e o status quo nem sempre é percebido como crucial. Sem contar que nesses ambientes as pessoas ficam livres para pesquisar e dar suas opiniões sem o medo de ver uma cara feia bem ao lado, o que estimula a quebra de paradigmas e potencializa a inovação.
E então, em que pé anda sua equipe?
Você acredita no consenso que duas ou mais pessoas pensam melhor do que uma? Eu também. Mas saiba que isto nem sempre é verdade.
Um estudo, apresentado na semana passada por duas pesquisadoras americanas, mostra que equipes tendem a discutir e compartilhar informações que já são do conhecimento de seus integrantes, o que as tornam superficiais e pouco inovadoras.
As pesquisadoras, Jessica R. Mesmer-Magnus, da Universidade Wilmington, da Carolina do Norte e Leslie A. DeChurch, da Universidade da Flórida Central, dos USA, analisaram dados coletados nos últimos 22 anos. Ao todo foram pesquisadas aproximadamente 4.800 equipes e 17.200 pessoas em diferentes empresas. O título do trabalho é Information Sharing and Team Performance: A Meta-Analysis e foi publicado no periódico Journal of Applied Psychology da American Psychological Association.
“Muitas vezes as equipes não são tão eficazes porque ficam presas no que já sabem e acabam repetindo a mesma coisa, ao invés de repensarem o estabelecido ou criarem algo que realmente possa ser mais valioso para a empresa”, disse a profª. Mesmer-Magnus.
As pessoas tendem a compartilhar as mesmas informações porque assim sentem-se mais capacitadas, inteligentes e no controle. E quando trabalham muito tempo juntas acabam adquirindo forte senso de identificação, e se deixam levar pelo conhecimento comum do grupo ao invés de buscarem novas possibilidades.
Segundo o estudo, as equipes que gastam mais tempo compartilhando novas informações têm melhores resultados em suas atividades, e os seus integrantes ficam mais engajados quando estimulados a apresentar soluções melhores do que as consensuais.
A professora Mesmer-Magnus alerta que as equipes que falam muito sobre si mesmas não estão necessariamente compartilhando informações úteis, e que dificilmente atingirão bons resultados. O mais importante é saber sobre o que estão conversando do que com qual freqüência, especialmente em tempos de crise, que quando inseguras as pessoas tendem a concordar com tudo apenas para manter seus empregos.
Penso que as novas mídias (wikis, blogs, sms, instant messengers, podcast, etc.) podem trazer grandes benefícios para empresas, principalmente em projetos que exigem colaboração. O fato é que ao compartilhar informações e opiniões online, as pessoas ficam menos presas às questões hierárquicas, e o status quo nem sempre é percebido como crucial. Sem contar que nesses ambientes as pessoas ficam livres para pesquisar e dar suas opiniões sem o medo de ver uma cara feia bem ao lado, o que estimula a quebra de paradigmas e potencializa a inovação.
E então, em que pé anda sua equipe?
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quinta-feira, 19 de março de 2009
Video da IDEO - Vamos pensar um pouco?
Há duas semanas atrás tivemos a oportunidade de conversar sobre o documentário Deep Dive, veiculado pela ABC em 1999 que mostra o ciclo de desenvolvimento de um produto por uma equipe multidisciplinar. Quem se lembra do carrinho desenvolvido?
Pois então, a empresa como foi comentado em nossa reunião, carregava uma imagem estereotipada da equipe de desenvolvimento. Casos como os laboratórios do Google e da própria IDEO são uma extremidade da curva. No mundo dos simples mortais as equipes precisam se equilibrar nos parâmetros usuais de um projeto (cronograma, custo e escopo). E acredite, usualmente eles são pouco elásticos...
Mas o video que assisitimos traz esses parâmetros... Alguém consegue ilustrar, com base no filme, os critérios de cronograma, escopo e custo do projeto a ser desenvolvido?
Algumas idéias me chamaram a atenção no filme:
1) A única coisa que não foi projetada pelo homem foi a natureza.
2) Design = forma + função.
3) Design pode trazer inovação ao produto em função da beleza ou praticidade.
4) Líder é lider quando é bom com grupos e sabe utilizar habilidades individuais.
5) Quem só escuta tende a somar pouco, por isso é bom ter na equipe pessoas que questionam;
6) As pessoas para se aproximar da inovação precisam buscar outras perpectivas para compreender melhor o problema.
7) Coisas "apropriadas" nem sempre são o melhor ponto de apoio para idéias inovadoras.
8) Uma idéia de cada vez.
9) Aprender a construir a partir das idéias dos outros.
10) A equipe deve decidir a melhor idéia. Para ser considerado melhor deve ser atraente e viável.
11) Sem limite de tempo nenhuma tarefa se concluí.
12) Uma cultura enfadonha, forma pessoas enfadonhas e acaba não inventando nada.
Pois então, a empresa como foi comentado em nossa reunião, carregava uma imagem estereotipada da equipe de desenvolvimento. Casos como os laboratórios do Google e da própria IDEO são uma extremidade da curva. No mundo dos simples mortais as equipes precisam se equilibrar nos parâmetros usuais de um projeto (cronograma, custo e escopo). E acredite, usualmente eles são pouco elásticos...
Mas o video que assisitimos traz esses parâmetros... Alguém consegue ilustrar, com base no filme, os critérios de cronograma, escopo e custo do projeto a ser desenvolvido?
Algumas idéias me chamaram a atenção no filme:
1) A única coisa que não foi projetada pelo homem foi a natureza.
2) Design = forma + função.
3) Design pode trazer inovação ao produto em função da beleza ou praticidade.
4) Líder é lider quando é bom com grupos e sabe utilizar habilidades individuais.
5) Quem só escuta tende a somar pouco, por isso é bom ter na equipe pessoas que questionam;
6) As pessoas para se aproximar da inovação precisam buscar outras perpectivas para compreender melhor o problema.
7) Coisas "apropriadas" nem sempre são o melhor ponto de apoio para idéias inovadoras.
8) Uma idéia de cada vez.
9) Aprender a construir a partir das idéias dos outros.
10) A equipe deve decidir a melhor idéia. Para ser considerado melhor deve ser atraente e viável.
11) Sem limite de tempo nenhuma tarefa se concluí.
12) Uma cultura enfadonha, forma pessoas enfadonhas e acaba não inventando nada.
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