quarta-feira, 17 de março de 2010
Série do SBT - Sou brasileiro, sou patrão.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Mergulho na Mente do Jovem Empreendedor
Transcrição do post de Alexandre Silva do Blog Gravata Solta
Estava lendo uma matéria na revista época Negócios onde se discutia sobre o “Mergulho na Mente do Jovem Empreendedor”, nesta matéria tiveram dois pontos que me chamaram a atenção:
Estes jovens não focam em dinheiro,
Eles focam no negócio e por um mundo melhor, dinheiro acaba sendo consequência.
Durante a minha carreira profissional tive a oportunidade de conhecer vários empreendedores e dava para notar que eles pensam exatamente desta maneira.
Tive a oportunidade de conhecer a alguns anos atrás o Alexandre, proprietário da Chocolataria Cacau Show, e o mesmo me disse que começou a sua empresa com apenas US$ 500,00, e hoje conta com mais de 530 unidades franqueadas distribuídads em 350 municípios, tornando-se uma das maiores rede de lojas de chocolate do mundo e faturando anualmente mais de 100 milhões de reais. Provavelmente quando ele iniciou o seu projeto ele não tinha como objetivo ter um faturamento de 100 milhões e sim ser reconhecido como o proprietário da maior rede de franquias do mundo. (Assim acredito)
Poderia aqui relatar vários empreendedores e eles não estão só em chocolatarias, confeitarias e restaurantes, conheço também muitos empreendedores corporativos, eles seguem este mesmo modelo mental, ou seja, focam em resultados e em pessoas e desta forma vão ganhando o reconhecimento das empresas e atingem posições elevadas dentro das cias.
Para mim está comprovado que o caminho para o sucesso é fazer o que se gosta e juntamente a isto melhorar a vida das pessoas que trabalham com você. Esta receita pode ser que não lhe traga rapidamente dinheiro, poder e fama, mas certamente lhe trará uma construção sólida para o sucesso.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Interessantes figuras do Brasil
A publicação pode ser acessada aqui.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Aproveitamento do Curauá na indústria de auto-peças
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Entrevista Paulo Blikstein Veja 25 de junho de 2008
Como o senhor conseguiu se destacar de seus colegas nos concursos?
Estudo quinze horas por dia há pelo menos dez anos e publiquei 25 artigos em revistas científicas, o que foi decisivo. Também investi muito tempo durante o processo de seleção. Ensaiei dois meses em frente a platéias de amigos para preparar o que diria aos avaliadores. Não sou um gênio. Só trabalhei duro.
Por que o senhor optou por seguir carreira nos Estados Unidos?
É o país onde estão alguns dos melhores centros de pesquisa do planeta e o que mais recebe cientistas estrangeiros. Certa vez, desenvolvi um software e o coloquei no site do MIT. Em questão de horas, comecei a receber e-mails de gente do mundo todo. Além disso, nas universidades dos Estados Unidos há um sistema consolidado de reconhecimento ao mérito.
O senhor já foi beneficiado por ele?
Eu e todos os outros que avançam em suas pesquisas somos prestigiados e recebemos mais dinheiro. Por outro lado, os pesquisadores picaretas são facilmente identificados e banidos. Existem mecanismos objetivos e rigorosos para avaliar a produtividade no meio acadêmico.
Quais são eles?
Ao ser contratado por uma universidade americana, o professor tem um prazo de sete anos para mostrar a que veio. No fim desse período, uma comissão de pesquisadores avalia cada linha de seu histórico profissional: quantas disciplinas lecionou, o número de artigos científicos que publicou e o impacto do trabalho em determinada área do conhecimento. Só aí o professor ganha o status de livre-docente. Se falhar, é demitido.
O que o fez passar da engenharia à área de tecnologia aplicada à educação?
Ainda na faculdade de engenharia, intrigava-me o fato de que bons alunos não conseguiam aprender o básico. A razão era óbvia: o ensino de ciências se baseava na decoreba de fórmulas e axiomas. Ensinamos no século XXI uma ciência do século XIX. Parte do meu trabalho é justamente voltada a aplicar novas tecnologias na sala de aula de modo a tornar o aprendizado mais vibrante.
Por que tantos especialistas brasileiros tentam mudar o cenário nas escolas, mas a educação avança tão lentamente?
Embora muita gente bem-intencionada queira transformar a educação no Brasil, a maioria ainda se baseia em platitudes e achismos. A essas pessoas, falta o básico: dados e metas. Antes de fundarem uma ONG, elas deveriam estudar estatística.
O senhor já decidiu em que universidade vai lecionar?
Não. São todas instituições nas quais sempre sonhei ensinar. Para tornar minha escolha ainda mais difícil, os chefes de departamento ligam a toda hora melhorando a oferta inicial, algo semelhante ao que ocorre na disputa por um profissional na iniciativa privada. Nos Estados Unidos, a competição entre universidades é para valer.
O senhor tem planos de voltar para o Brasil?
Certamente. Por enquanto, meu projeto é criar na universidade onde estiver um centro especializado em educação brasileira, com o objetivo de dar alguma base científica a quem até hoje se guiou pela própria intuição.