Abaixo segue uma palestra que Steven apresentou no TED.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
De onde vêm as boas ideias - Steven Johnson
Abaixo segue uma palestra que Steven apresentou no TED.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
O Que Devemos Saber Antes de Começar Um Projeto de Inovação?
Por que?: Por que queremos inovar? Por que não continuar fazendo o que estamos fazendo? Por que um esforço de inovação faz sentido? Por que inovar em torno desta questão ou oportunidade em particular?
Quando?: Quando queremos os resultados da inovação? Quando é que podemos ter as pessoas e os recursos financeiros que precisamos? Quando é que podemos começar?
Onde?: Onde devemos concentrar os nossos esforços? Onde, no futuro, está o nosso alvo? Onde estão os clientes que devemos considerar?
Quem?: Quem é o financiador? Quem vai aprovar ou comercializar as idéias? Quem é o cliente final das nossas ideias? Quem é o árbitro final em caso de divergências? Quem estará envolvido no projeto?
Como?: Como devemos trabalhar? Como as ferramentas e as técnicas existentes poderão ser úteis? Como podemos usar novas técnicas? Como podemos implantar a inovação nos nossos negócios?
Fonte: The W’s of Innovation
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Sir Ken Robinson -- Mudando Paradigmas Educacionais
Learning to Change/Changing to Learn
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Ken Robinson: Mudando os paradigmas da Educação
Fonte
Educador: O termo educação em si tem como origem duas palavras latinas - educare e educere -, a primeira se aplica mais ao sentido de conduzir o indivíduo de um ponto onde ele se encontra para outro que ele (ou se deseja que) ele aspire alcançar. Educere, por sua vez, se refere a promover o surgimento de dentro para fora das potencialidades que o individuo possui, é o deixar e promover o desenvolvimento ou o "crescer" (GRINSPUN)
Mais uma vez Sir Ken Robinson faz lúcidos e oportunos comentários sobre a necessidade de mudança urgente em um problema comum a maioria das nações insdustrializadas, em desenvolvimento cujas economias dependem mais da inovação. O problema comum é um modelo de educação inerte, falido e comprometedor do futuro e prosperidade dessas nações. Uma lição e um alerta para professores dos diferentes níveis que não atingem os pré-requisitos para serem considerados educadores.
sábado, 6 de novembro de 2010
Resultados do James Dyson Award
Há algum tempo fiquei sabendo do James Dyson Award. Trata-se de um prêmio internacional de design promovido pela James Dyson Foundation, como parte de sua missão de inspirar a nova geração de engenheiros e designers.
A iniciativa me faz imaginar o que poderia ser feito caso a FINEP continuasse a fomentar linhas como o Inova Engenharia. Programas como esse fazem falta para o Brasil.
domingo, 13 de junho de 2010
Um presente para os recém-formados.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Henry Chesbrough recomenda ação, educação e “circulação de cérebros”
Um dos autores do artigo “Como a inovação aberta pode ajudar em tempos difíceis”, Henry W. Chesbrough esteve no Brasil em 22 de outubro durante um evento promovido pela empresa brasileira Allagi, especializada em inovação aberta. Esta foi sua segunda visita ao País. Na primeira, no ano passado, também a convite da Allagi, o especialista lançou a semente para a criação do Open Innovation Center do Brasil (centro de inovação aberta do Brasil). Lançado oficialmente em maio deste ano, o centro brasileiro é uma espécie de filial do criado por Chesbrough na Haas School of Business, da University of California em Berkeley, nos EUA, onde ele é professor e pesquisador. Aqui, Chesbrough assumiu neste ano o posto de chairman tanto do centro quanto da Allagi. Leia abaixo a entrevista exclusiva concedida pelo professor à HBR Brasil, sobre as oportunidades de inovar abertas às empresas brasileiras.
Que conselhos o senhor daria hoje aos líderes das empresas brasileiras sobre inovação aberta?
No Brasil não houve uma crise financeira como nos Estados Unidos e na Europa. A boa notícia, claro, é que não teve crise; a má notícia é que talvez haja menos urgência de inovar e mudar. Então, eu acho que, para o Brasil, o importante é não se tornar complacente; as coisas estão bem, mas precisam continuar a prosperar, para não ficar para trás. Os concorrentes se tornarão mais fortes globalmente quando saírem dessa recessão realmente difícil, o que significa que a competição global será mais acirrada daqui para frente. Então, acho que as empresas brasileiras devem aproveitar o momento para se tornarem mais e mais internacionais, exportar mais tecnologias criadas aqui no Brasil, e também para se tornarem parte da comunidade global de inovação, dividindo e colaborando com empresas tanto no País quanto fora.
Este é o objetivo do Open Innovation Center Brasil: ajudar as empresas brasileiras a se engajarem neste movimento?
É um deles. Acho que o primeiro de todos os objetivos é fomentar uma compreensão maior sobre inovação aberta nas universidades e escolas de negócios brasileiras, e ajudar a criar uma comunidade acadêmica para estudar inovação aberta, pesquisar onde ela existe e já funciona, onde não vai tão bem, identificar exemplos no Brasil que estejam mostrando que pode ser mesmo útil e efetiva, e dividir com outras empresas. Com isso, pretendemos engajar as companhias brasileiras também nessa comunidade, com as universidades e também entre si, criando uma comunidade brasileira. Por último, queremos criar uma comunidade internacional, entre escolas brasileiras e internacionais e entre empresas brasileiras e estrangeiras. Como se vê, a agenda é muito ambiciosa.
Com certeza. O senhor já teve a chance de conhecer empresas brasileiras que estejam praticando inovação aberta? Poderia dar alguns exemplos?
Eu estive pela primeira vez no Brasil pouco mais de um ano atrás, quando conheci algumas empresas. Duas delas eu conheci melhor, Natura e Omnisys Engenharia (subsidiária da Thales, empresa francesa do setor de defesa), e elas pareciam muito interessadas no assunto, começando a desenvolver projetos específicos que iriam gerar alguns resultados úteis e interessantes. E agora eu encontrei as empresas muito mais interessadas e mais ativas, o conceito está começando a se tornar mais presente, parte do pensamento inovador dentro da empresa agora. Então, antes, um ano atrás, inovação aberta era uma ideia e uma experiência; agora já está madura para ser parte do processo nessas empresas.
O senhor acha que as empresas brasileiras têm muito que aprender, em termos de inovação, com as multinacionais instaladas aqui?
Eu acho que a economia brasileira está crescendo a partir de suas fortes bases naturais para uma base de conhecimento para a economia do futuro, que eu acho que vai dar uma prosperidade maior, melhores condições de vida para as pessoas, e aprofundar a integração entre o Brasil e a comunidade econômica global. Acho que as universidades e companhias brasileiras têm muito que aprender com as estrangeiras, e vice-versa. Veremos cada vez mais contribuições do Brasil para o mundo, é uma via de mão dupla.
Como economia emergente, em desenvolvimento, temos mais oportunidades de inovar do que as desenvolvidas?
Acho que uma das maiores vantagens que o Brasil tem é que as soluções desenvolvidas aqui podem ser exportadas para muitos países, que podem não ter condições de comprar tecnologias caríssimas do Japão e dos EUA, mas podem estar muito interessados nessas tecnologias do Brasil, que têm potencial até de estar mais de acordo com suas realidades, além de custar menos. É de países como o Brasil que virá a maior parte do desenvolvimento mundial nos próximos dez anos. O País está muito bem posicionado para atender bem a novas demandas e oportunidades de crescimento ao redor do mundo.
Que setores da economia brasileira podem se destacar no cenário mundial, em termos de inovação? Biocombustíveis, por exemplo?
Claro! Inclusive a ideia de usar carros bicombustíveis é daqui — e em qualquer hipótese, no futuro, carros não dependerão mais de fontes de energia não renováveis como as petroquímicas, mas de eletricidade e biocombustíveis e outras fontes de energia. E o Brasil já é um líder nessa área, não apenas em questão de tecnologia, mas também na sua aplicação. Por isso, acho que é um modelo promissor, que pode ser copiado por outros países também.
Quais são as maiores oportunidades de inovação para o Brasil?
Acho que o caminho do desenvolvimento para o Brasil é atrair mais investimentos em educação da população. Porque na medida em que a sociedade caminha de uma baseada em recursos naturais para uma sociedade do conhecimento, o padrão de conhecimento da população fica mais e mais crucial. Uma oportunidade posterior para o País seria atrair mais estudantes estrangeiros para conhecer a cultura local, para aprender português. O Brasil, como sociedade, é muito atraente. Então, acho que não seria nada difícil convencer as pessoas a virem. Agora, com a Copa do Mundo em 2014 e a Olimpíada em 2016, o Brasil ocupará um espaço cada vez maior na cena frontal do palco mundial. E essa é uma grande oportunidade para o Brasil, como também seria interessante enviar brasileiros ao exterior para estudar outros lugares. Essa circulação de cérebros do Brasil para economias mais desenvolvidas, e depois de volta ao Brasil de novo, é fundamental para fomentar a inovação.
Por que as empresas estão mais e mais interessadas em inovação?
Não por idealismo, mas por necessidade, pela concorrência e pela globalização, que vêm acabando com as possibilidades de imitação e passividade.
Por que inovação aberta?
A propriedade intelectual, ideia que ganhou força no século passado, vem sendo substituída pela colaboração na cadeia de valor, do começo da invenção até sua comercialização, é mais produtivo. Na verdade, não precisamos entrar em um jogo de tudo ou nada, a propriedade intelectual pode ser restrita à criação, mas desenvolvimento e venda podem ser compartilhados, por exemplo. Estudos realizados por grandes multinacionais como a Procter & Gamble mostraram que 90% das patentes desenvolvidas em seus laboratórios eram inutilizadas, não iam para frente, não geravam produtos nem serviços para serem comercializados. Por isso, a colaboração com outras empresas é importante. Mas a decisão da empresa vai depender do seu objetivo principal, se gerar receita ou distribuir seus produtos de forma mais ampla. Um bom exemplo é o setor de software. Já existem vários desenvolvidos e distribuídos de graça pela internet.
Como surgiu o movimento pela inovação aberta?
Os estudantes de universidades de ponta tiveram papel relevante. Muitos são contratados como estagiários de grandes companhias e são os grandes canais para troca de conhecimento entre ambas — escolas e empresas. As últimas descobriram que essa era uma maneira rápida e barata de ter acesso às grandes novidades pesquisadas em diversos campos da ciência. O surgimento das redes sociais (Orkut, Facebook, Twitter, LinkedIn) alavancou ainda mais a inovação aberta. Não é à toa que a maioria das empresas inovadoras estão no ramo de tecnologia. O problema, porém, é a falta de um modelo eficiente para geração de receitas.
Existe algum outro setor ou perfil de empresa mais apto, ou que esteja mais à frente no uso dos conceitos de inovação aberta?
A princípio, pequenas e médias empresas são as que começam o processo. O segredo da inovação aberta é a especialização, baseada em conhecimento. E agilidade também é muito importante.
Como ficam os departamentos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) nessa nova realidade?
Devem parar de brigar para ser os protagonistas de toda inovação e assumir um novo papel, assumir a responsabilidade de integrar, conectar os vários departamentos da empresa entre si e também conectar-se com empresas e universidades e departamentos de P&D de fora. Na verdade, a inovação aberta pode alavancar o P&D — e vice-versa.
– Léa De Luca
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Definições e exemplos de Inovações
domingo, 13 de setembro de 2009
Adicionando valor à produtos agrícolas: shaped fruits
Um video japonês mostra uma empresa que produz melancias quadradas e piramidais.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Algodão colorido da Paraíba busca registro no INPI
Fonte:
Ao iniciar o processo de indicação geográfica no INPI nesta segunda-feira, dia 27 de julho de 2009, os responsáveis pelo algodão colorido da Paraíba apresentaram mais do que um produto diferenciado (e colorido naturalmente): a idéia é aliar os aspectos ecológico, social e regional na produção de roupas e acessórios. E eles ainda possuem uma vantagem: o produto é antialérgico, pois os tecidos não precisam ser tingidos.
A certificação daria um impulso extra aos produtos têxteis feitos com o algodão colorido naturalmente, já vendidos em 150 locais no Brasil e 11 países, incluindo Estados Unidos, Japão, Itália e Austrália.
- Com a IG, pretendemos estimular a economia local e resgatar a memória da Paraíba na produção do algodão, mas com um olhar diferenciado, incluindo as preocupações social e ecológico – comentou Maysa Gadelha, diretora da Coopnatural, a cooperativa responsável pelos produtos com algodão colorido.
Por sinal, toda a cadeia produtiva está organizada no sistema de cooperativa. Cerca de 230 famílias em 25 cidades da Paraíba cultivam o algodão, cuja cor se deve à genética deste produto tradicional no estado nordestino. A venda do algodão gera mais de R$ 420 mil em renda para as famílias a cada ano.
Vale lembrar que toda a produção é feita sem agrotóxicos, o que garante o aspecto ecológico. A capacitação técnica dos envolvidos e a geração de renda asseguram o caráter social ao projeto. Finalmente, a expansão do negócio contribui para retomar a tradição da Paraíba na produção de algodão: a região de Campina Grande já chegou a ser a segunda maior exportadora mundial do produto.
- Mais de 80% das terras do estado já foram ocupadas pelo algodão, mas este percentual caiu para 50%. E nada substituiu a força econômica do produto na Paraíba – analisou Maysa Gadelha.
A partir de agora, o pedido será analisado pela Coordenação-Geral de Outros Registros, da Diretoria de Contratos de Tecnologia e Outros Registros do INPI. A coordenadora-geral da área, Maria Alice Calliari, festeja o interesse crescente pela IG (este é o quarto pedido em 2009, mesmo número de 2008 inteiro) e ressalta seu diferencial:
- A indicação geográfica é fundamental para a valorização dos produtos regionais e para a busca de novos mercados – disse.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Prêmio As Empresas mais Inovadoras do Brasil
Políticos, pesquisadores, cientistas, intelectuais e inovadores reuniram-se na noite desta terça-feira (07/07) na entrega do prêmio As Empresas mais Inovadoras do Brasil, da revista Época NEGÓCIOS. A vencedora dessa primeira edição foi a empresa Chemtech.
Nikola Tesla foi um empreendedor?
Hoje, dez de julho, é a data do nascimento de Nikola Tesla. Se estivesse em carne e osso entre nós, seu bolo de aniversário teria 153 velinhas.
Tesla foi tema da nossa reunião da semana passada quando tivemos a oportunidade de assistir o documentário da PBS "Tesla, Master of Lightning". Após assistir o documentário particularmente reconheço que esse homem, apesar de seu lado excêntrico, "inventor orgulhoso" sobressair excessivamente em alguns momentos, foi sim um grande empreendedor, social.
Tesla desejava acima de tudo abreviar o processo de popularização do acesso à energia elétrica e conseguiu. Como inventor sua relação de pedidos de patentes fala por si só. Uma característica marcante foi o que entendemos hoje como responsabilidade social. Tesla (apesar do risco de algumas de suas experiências) acreditava e trabalhava por uma sociedade democrática, sem conflitos armados, aberta às novas idéias, empreendedora, guiada pelo conhecimento e geradora de inovação.
Para quem não teve a oportunidade de assistir "Tesla, Master of Lightning" fica para outra oportunidade. Abaixo um episódio de Maravilhas Modernas (History Channel) que foi dedicado ao inventor.
E o que você pensa? Tesla foi um empreendedor ou um homem obstinado em ser reconhecido com gênio?
domingo, 5 de julho de 2009
A história da L'Occitane
A última edição do Mundo S/A superou minhas expectativas. Além de trazer uma história de empreendedorismo singular a descrição do ciclo de vida desse empreendimento não poderia ter sido mais didática.
A L'Occitane en Provence é uma empresa de cosméticos francesa, criada em 1976 por Olivier Baussan que por sua vez, desejava ciar uma empresa que celebrasse e preservasse as tradições de sua terra natal, Provence. L’Occitane significa “a mulher da Occitania”.
A empresa, em seu processo de desenvolvimento de produtos, não deixou de atentar para novas possibilidades. Um exemplo foi a criação da L'Occitane do Brasil que gerou uma interessante linha de filtros solares 100% naturais e cujas matérias-primas além de brasileiras são oriundas de métodos de produção alternativo: Buriti, Cupuaçu e Castanha do Pará.
Infelizmente o video online desta matéria foi retirado do ar.
sábado, 27 de junho de 2009
Palestra de Sir Ken Robinson: As escolas matam a criatividade?
Deixo meu agradecimento ao Sr. Helio Alberto Silvério Fernandes que fez um excelente trabalho traduzindo esse e outros conteúdos do TEDTalks.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Aproveitamento do Curauá na indústria de auto-peças
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Brasileiro é criativo? Talvez não
Veja algumas ideias de Benetti:
- Frequentemente ouvimos que o brasileiro, famoso por seu "jeitinho", é uma pessoa criativa. Por outro lado, quando promovo encontros em empresas, o que mais escuto das pessoas são queixas sobre o fato de que elas não se sentem pessoas criativas. O fato é que em praticamente todos os países pobres acredita-se que o povo "é criativo", mas essa afirmação não se comprova na prática. Basta ver o número de patentes registradas no Brasil todos os anos, comparativamente a países como Estados Unidos ou muitos outros asiáticos.
- A criatividade está em todos nós, mas precisa ser estimulada. É importante que as empresas percebam que a inovação, a criatividade dependem não apenas das pessoas, mas também de um ambiente que as estimule, de processos que as viabilizem e da sua materialização em um resultado, um produto, uma ação.
- Notamos que as empresas criativas, inovadoras, trazem isso em seu DNA. Elas não têm problema algum para inovar, sabem como fazê-lo. Sua maior dificuldade está somente em encontrar uma boa ideia.
- O tema da inovação afeta, diretamente, as áreas de recursos humanos, pois cabe a elas criar o ambiente ideal, que vai favorecer a criatividade. Isso passa pela revisão de modelos de gestão de pessoas e é algo que demanda tempo, perseverança e, acima de tudo, vontade de ser inovador.
Benetti é autor de um dos artigos do livro Da criatividade à inovação, que será lançado pela Editora Papirus, e participará do 35° Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas, em agosto.
sábado, 20 de junho de 2009
Qual é a sua idéia?

Pessoalmente acredito que na maioria das vezes quando nos concentramos demais em um problema ou no desenvolvimento de uma ideia aí é que podemos ficar sem uma resposta que realmente nos convença. Nosso subconsciente tem um papel muito importante nesse processo e geralmente ele pede um tempo e bons inputs para que possa entregar algo realmente relevante e que nos surpreenda, eureka!
Nesse momento vale a pena dar uma volta, lavar a louça, cuidar das plantas. Vale até bancar o Arquimedes e passar tempo na banheira... Mas não deixe tudo ao acaso. Existem maneiras que podem ajudá-lo a encontrar uma oportunidade que pode ser a essência de um potencial empreendimento.
Para isso você deve saber regular sua crítica. Uma mente ativa mas aberta pode fornecer com mais facilidade conceitos inovadores.
domingo, 3 de maio de 2009
Conceito de Inovação adotado pelo PRIME e outras fontes de Financiamento
Mas afinal: o que é inovação?
Se formos considerar o dicionário, podemos encontrar:
“Ato de inovar; inserir novidades” Dicionário Aurélio
i.no.va.çãosf (lat innovatione) 1. Ato ou efeito de inovar. 2. Coisa introduzida de novo. 3. Renovação. Dicionário Michaelis
Lideranças dos negócios também buscaram construir definições para o termo. Peter Druker definiu inovação como “o instrumento específico dos empreendedores, o processo pelo qual eles exploram a mudança como uma oportunidade para um negócio diferente ou um serviço diferente"
Um artigo em português, sobre o mesmo tema, de Dórian L. Bachmann a e Jully Heverly Destefani também traz luz sobre a inovação em pequenas empresas.
Mas que tipo de inovação as políticas do governo estão dispostas a apoiar por meio de mecanismos de subvenção?
"Inovações Tecnológicas em Produtos e Processos (TPP) compreendem as implantações de produtos e processos tecnologicamente novos e melhorias tecnológicas substanciais em produtos e processos. Uma inovação TPP é considerada implantada se tiver sido introduzida no mercado (inovação de produto) ou usada no processo de produção (inovação de processo). Uma inovação TPP envolve uma série de atividades científicas,tecnológicas, organizacionais, financeiras e comerciais. Uma empresa inovadora em TPP é uma empresa que tenha implantado produtos ou processos tecnologicamente novos ou com substancial melhoria tecnológica durante o período em análise." - Manual de Oslo.
Inovação é a introdução de novidade ou aperfeiçoamento no ambiente produtivo ou social que resulte em novos produtos, processos ou serviços. LEI No 10.973, DE 2 DE DEZEMBRO DE 2004.
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Incubadora: ambiente propício para novas empresas de base tecnológica
Abaixo segue um vídeo da palestra "Incubadora: ambiente propício para novas empresas de base tecnológica" promovida pela Agência USP de Inovação no dia 08 de abril.
Nessa palestra Oscar Nunes, coordenador de negócios internacionais do Cietec, apresenta os serviços prestados por uma das incubadoras de maior sucesso no Brasil, o CIETEC - Centro Incubador de Empresas Tecnológicas.
